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MONITORAMENTO: Nos últimos 7 dias as chuvas do Centro-Oeste foram mais intensas nos arredores de Porto Murtinho e Bela Vista no Mato Grosso do Sul, de Santo Antônio do Descoberto e Goiás no estado de Goiás, de Rondonópolis, Novo Mundo e de Apiacás no Mato Grosso, onde as chuvas acumularam de 50 até 80 mm. Nas áreas ao redor destas citadas, além dos arredores de Nova Xavantina e Nova Maringá no Mato Grosso, de Jataí e de Rio Verde em Goiás, as precipitações acumularam de 30 a 45 mm. Já na região de Mineiros e de Itapaci em Goiás, de Pontes e Lacerda, Barra do Bugres, Alta Floresta, Paranatinga e Gaúcha do Norte no Mato Grosso, de Rio Verde de Mato Grosso e de Eldorado no Mato Grosso do Sul os acumulados foram os mais baixos no período entre 0 e 10 mm. No restante do Centro-Oeste as chuvas ficaram entre 15 e 30 mm.
A umidade do solo dos últimos 7 dias está maior nos arredores de Confresa, São Félix do Araguaia, Alto Araguaia, Tapurah, Sorriso, Nova Maringá, Araputanga e Castanheira no Mato Grosso, nos arredores de Monte Alegre de Goiás, Cavalcante e Itajá em Goiás e nas proximidades de Sonora, Cassilândia e Porto Murtinho no Mato Grosso do Sul com teores entre 55 e 75 mm. Nas áreas ao redor destas citadas, nas faixas entre Alto Garças e Tapurah, entre Alta Floresta e Campo Novo dos Parecis, nos arredores de Pontes e Lacerda, Juara e Juína no Mato Grosso, nos arredores de Rio Verde de Mato Grosso, Porto Murtinho, Maracaju, Rio Brilhante e entre Itaquiraí e Brasilândia no Mato Grosso do Sul, de Santa Rita do Araguaia, Paraúna, Silvânia, Itapaci, Niquelândia, Bom Jesus de Goiás e São Domingos em Goiás e no Distrito Federal, os teores de umidade do solo variam de 25 a 50 mm. Porém na região de Britânia, Corumbaíba, Cabeceiras, Vila Boa e Sítio d’Abadia em Goiás, de Araguaiana, Nossa Senhora do Livramento, Cuiabá e Colniza no Mato Grosso a umidade do solo está entre 0 e 5 mm. No restante do Centro-Oeste a umidade do solo varia de 10 a 25 mm.
Com relação à estiagem agrícola, a maior parte do Centro-Oeste, está entre 10 e 40 dias sem chuvas acima de 10 mm. Porém nos arredores de Cuiabá, chuvas desse porte não ocorrem entre 100 e 120 dias. Na região que envolve, Cáceres, Campo Verde, Barão de Melgaço e Santo Antônio do Leverger no sul do Mato Grosso, nas proximidades de Barra do Garças, Colíder, Sinop, Cotriguaçu e Nova Monte Verde no mesmo estado, nos arredores de Ponta Porã, Amambai, Glória de Dourados, Aparecida do Taboado e Corumbá no Mato Grosso do Sul, de Itumbiara, Corumbaíba, Jussara, Goiás, Sítio d´Abadia, Perolândia, Aparecida do Rio Doce e Formosa em Goiás a estiagem agrícola varia de 60 a 100 dias.
Com menor volume de chuvas na última semana, o plantio da safra 2011/12 de algodão em Mato Grosso, principal Estado produtor, avançou 15 pontos porcentuais e atingiu 83% da área prevista em 733 mil hectares até quinta-feira passada (26), mostrou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em relatório divulgado nesta semana. Principal produtora, a região sudeste plantou 89% da área, ante 78% na semana anterior. Por sua vez, a região oeste implantou 77%, contra 65% no período anterior, e a médio-norte alcançou 73%, ante 46% até 19 de janeiro. Segundo o Imea em seu boletim semanal, a segunda quinzena de janeiro registrou queda no volume de chuvas, o que favoreceu o avanço do plantio do algodão. "Como a janela de plantio está chegando ao fim, produtores de algodão têm a meta de terminar o plantio nos próximos 15 dias", disse o instituto, explicando que restam cerca de 124.620 hectares a serem plantados. Segundo previsões, as chuvas ininterruptas darão uma trégua nos próximos dias em Mato Grosso, favorecendo os trabalhos de plantio do algodão safrinha. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) ajustou na semana passada a estimativa para a área de plantio em Mato Grosso para 733 mil hectares. Com isso, a produção de algodão em pluma nesta safra está prevista em 1,01 milhão de t, 8,4% a mais do que na temporada anterior. Segundo estimativa da Ampa divulgada pelo Imea, 48% da safra prevista foi negociada até agora. "Com a produção de pluma estimada em aproximadamente 1 milhão de toneladas, ainda restam 528,4 mil toneladas a serem comercializadas", disse o Imea. (Com: G1.com)
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